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O capital humano deve ser prioridade número 1 nas empresas


A terceira década do século 21 será marcada por desafios ainda maiores para a sustentabilidade das organizações. As empresas já compreendem que a felicidade de quem trabalha não se traduz em custo, mas em investimento. Não se trata de uma responsabilidade de RH, e sim da alta gestão. Por ser um ativo estratégico da organização, estão em vantagem em relação a todas as demais.

Cuidar das pessoal não é um desafio novo, mas uma prioridade mandatória. Programas de promoção da felicidade e do bem-estar no trabalho já são realidade em muitas organizações que entendem que o capital humano é, de fato, determinante para o sucesso da empresa em todas as esferas, desde a financeira quanto à fidelidade à sua missão.


As pessoas com as quais cada empresa se relaciona são o seu principal ativo. Enganam-se os gestores que tratam as pessoas como máquinas ou números. Em sua visão míope, não percebem que cada colaborador pode produzir muito mais e melhor quando se sente valorizado e parte do processo, quando se identifica com a causa e seus valores são congruentes com os da empresa.


Administrar, gerir e desenvolver pessoas demanda tempo, energia e muita consciência de que a empresa sem as pessoas não existe. Muitos empresários têm pressa e cometem o grande equívoco de negligenciar a importância do cuidado com as pessoas.


Entre os temas relacionados à Gestão de Pessoas, é urgente o combate à evolução exponencial dos transtornos mentais e comportamentais.


Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, há, em todo o mundo, cerca de 300 milhões de pessoas com depressão, sendo a doença mais impactante para a vida laboral nos dias de hoje.


Além de se tratar de um problema de saúde pública, também é responsabilidade de cada empregador zelar pelo bem-estar e saúde de seus funcionários.

Muitas empresas limitam-se a perguntar o quanto custa investir no bem-estar e na felicidade dos colaboradores. Ignoram o quanto custa não cuidar.

A produção exagerada dos hormônios, gerados pelo estresse, (adrenalina e cortisol) também provoca importantes baixas no campo corporativo.


Nos EUA, segundo dados do American Institute for Stress, o prejuízo decorrente apenas do estresse advindo do trabalho atinge a casa dos US$ 300 bilhões por ano. De acordo com Jeffrey Pfeffer, professor de comportamento organizacional da Universidade de Stanford, prejuízos dessa natureza estão presentes na maior parte das nações, embora não sejam devidamente contabilizados.


Segundo pesquisa realizada na clínica Med-Rio Check-up, no Rio de Janeiro, o estresse crônico representa o principal fator de risco para a saúde dos executivos: três em cada cinco homens e uma em cada três mulheres sofrem do mal.


Após realizados mais de 30 mil check-ups em executivos de ambos os sexos, observou-se que 50% usam álcool regularmente (como relaxante pelo excesso de adrenalina produzida), 26% têm insônia, 25% apresentam alterações das gorduras sanguíneas, 19% têm hipertensão arterial, 16% sofrem de gastrite, entre outros males.


Além disso, estudos revelam que o estresse excessivo interfere no raciocínio lógico, na memória e na habilidade de decisão, de modo que se torna de grande importância a adoção de medidas de prevenção a fim de que a busca pelos resultados positivos no trabalho seja superada pelas condições malignas em que é exigido.


De acordo com os recentes estudos de neurociência, psicologia positiva e economia, a felicidade ganhou protagonismo. E como forma de driblar os prejuízos e garantir a saúde dos funcionários e da empresa em si, empresas conscientes investem na capacitação de seus gestores para o mindset que reconhece o valor do capital humano.


Muitas perguntas são recorrentes: como trazer os resultados dos estudos científicos para o contexto corporativo e para o centro das decisões estratégicas? Como estabelecer um programa que chegue à alta gestão, relacionando a felicidade aos indicadores de performance? Como fomentar o engajamento através do investimento no bem-estar das equipes?


É curioso constatar investimentos de milhares de reais em engajamento virtual e a contenção de investimentos em engajamentos humanizados e presenciais. Perdeu-se a noção de que o mundo virtual nao é autônomo e depende da forma humanizada de ser para acontecer.


Pessoas, sejam elas gestores, colaboradores, prestadores de serviços ou clientes, podem conferir resultados extraordinários para a sua empresa, ou o inverso disso.


Num mundo em que quase tudo está robotizado, o valor do capital humano não pode ser desprezado, pois esse já é o grande diferencial competitivo para qualquer negócio. Ser cada vez mais humano, esse é o movimento dos que já entenderam que cuidar das pessoas é garantir a sua própria sobrevivência.


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Margareth Ribeiro, criadora do método Elos, exclusivo sistema de mentoria e coaching.

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